lunes, 19 de enero de 2009

Um mundo de sensações




Você já escolheu uma pia? E oito de uma vez?E tijolo? E cabos para um guincho, tinta, isolante, fixador, PINCEL?



Difícil, minha gente, difícil.



Eu já tenho até um cartão de MILHAGENS de um desses Lojão da Construção da vida.
E é tanta oferta, tanta variedad, que se comprar SAPATO fosse assim, eu estaria endividada até a morte.



Domingo a gente tinha que comprar um pincel. Achei que era só isso, UM pincel.



Rapaz, tem de todo tipo e feitio, tipo de cerda, largura e flexibilidade, uma loucura.
A gente demorou uns 40 minutos e escolhemos um amarelinho de marca genérica que tava de promoção.




miércoles, 10 de diciembre de 2008

Pancadão

Acaba de começar aquela parte da obra que deixa os vizinhos com raiva da gente.

Então martela, martela, martela o martelão!


É um tal de martelar parede, serrar parede, até britadeira tem... Até agora ninguém reclamou oficialmente, mas que virá, virá.
O pessoal tá animado pra terminar essa primeira parte antes do Natal. E aí, é SÓ começar a subir as PAREDES!











Fundação!

Aqui tá a fundação prontinha. Ficou bonita, né?





lunes, 3 de noviembre de 2008

Construindo as bases!

Sexta passada tivemos o primeiro grande momento da obra.
Isso porque não tou contando a demolição total como PARTE da obra, já que é algo que me deixou muito nervosa e nem gosto de lembrar, afinal não estava acostumada a essa história de DERRUBAR casas até não sobrar nadica de nada.
Voltando à sexta e ao primeiro grande momento: recebemos a primeira carga do que eu e Ali chamamos carinhosamente de HORMIGÃO, abrasileirando a palavra hormigón, que em espanhol quer dizer CONCRETO.
Hormigão chegou todo atrasado. Tava todo mundo esperando por ele desde de manhã cedinho (obra começa muito cedo, para o terror dos vizinhos) e nada. O carinha da empresa já nem atendia minhas ligações (eu virei a compulsiva do REDIAL). Só foi chegar lá pelas quatro da tarde, ainda por cima, num caminhão que mal cabia na rua e ainda fazia um barulho louco enquanto rodava aquele treco que vem em cima, sabe?

Bem, taí uma foto do Camión do Hormigón.














Pra vocês entenderem direitinho, o passo-a-passo é assim: depois de ter o terreno por assim dizer...limpo, o pessoal teve que cavar uns buracões gigantes e profundos e dentro deles, armar uma estrutura de vigas metálicas e depois cobrir isso tudo de Hormigão e depois uma camada de terra e depois começar a subir as colunas.






Simples né? Isso tudo levou um mês.






Em determinado momento, os buracos começaram a alcançar o LENÇOL FREÁTICO do terreno e viraram um piscinão. A gente já sabia que isso ia acontecer, afinal, o bairro é uma espécie de Aterro, construído em cima do que era o Arroyo Maldonado, um riachinho da época que Buenos Aires era uma fazendinha. E, logicamente, fizemos um Estudo do Solo com um geólogo e etc etc.
Bem, aí foi um tal de alugar bomba, e a bomba que quebrava e que tinha que trocar e a rua que molhava toda, e o vizinho que reclamava e um monte de coisa que até já apaguei da minha cabecinha pra não ficar ocupando muito espaço. Mas, ufa, deu tudo certo. Hormigão chegou, preencheu os poços e já tá até sequinho.






Agora tem que cavar mais uns dois buracos. É porque não dá pra fazer tudo ao mesmo tempo por uma questão de logística (!) e quinta agora vem Hormigão outra vez. Olha a cara de Ali, feliz proprietário de... uma obra, no momento!


Dizem que dá sorte, nessa etapa, jogar uma moeda no primeiro poço que vai receber o concreto. A gente ia jogar uma de um peso, mas, só pra garantir, nesse momento de crise, catamos aqui em casa toda a variedade possível de moeda e jogamos um dólar, um euro, uma libra, um real, um sol peruano, um peso chileno, um yen japonês e uma ação da Petrobrás. ahahahaha!

Chique né? Tá aí a prova.